QUER ATRAIR UM RELACIONAMENTO FELIZ? ESTEJA EM PAZ CONSIGO MESMA!

Quando pensa no que quer alcançar na vida o que surge na sua mente?

A resposta é comum para a grande maioria das pessoas: Sucesso Profissional, abundância financeira, um relacionamento saudável e feliz, uma grande roda de amigos.

E, obviamente que tudo isto é fantástico, e todos temos direito a elas, mas a questão é que tendemos a colocar as nossas prioridades nas coisas maiores e mais extravagantes esquecendo-nos das mais simples e, atrevo-me a dizer, mais importantes.

Umas das coisas mais valiosas que podemos e merecemos ter é PAZ!

Viver em paz é uma das melhores coisas que podemos fazer por nós próprios, a paz garante SERENIDADE, EQUILÍBRIO, LEVEZA e ALEGRIA.

A primeira paz a ser conquistada é a PAZ INTERIOR, e chegamos lá acalmando a confusão da mente, aquietando os nossos pensamentos, serenando as nossas emoções e equilibrando os nossos afetos.

Temos que respeitar o nosso tempo e o nosso crescimento, precisamos de ser os nossos próprios motivadores e não os nossos próprios críticos, precisamos ser construtivos e não destrutivos, precisamos de fazer escolhas livres e felizes e não escolhas por sofrimento, precisamos serenar e não agitar.

A PAZ é algo que se procura e conquista. A PAZ é algo possível e alcançável para todos, e algo que é ou deve ser, um sentimento transversal a todos nós.

ESTAR EM PAZ significa que vivemos uma vida mais leve e feliz, com maior contentamento e gratidão, lidamos melhor com os desafios da vida, somos mais positivos e compassivos.

Muitas vezes esforçamo-nos imensamente por alcançar determinadas coisas e, quantas vezes, quando as atingimos, nos apercebemos que afinal não eram tão fundamentais para nós como pareciam inicialmente, pois afinal não nos trouxeram alegria nem PAZ.

Ter o carro do ano, roupas de marca novas e viagens a lugares paradisíacos preenchem a nossa alma com sentimentos positivos, mas de nada adianta termos todas essas coisas se não tivermos paz de espirito, tranquilidade e leveza nas nossas vidas.

No entanto, isso não significa deixarmos determinadas coisas para trás. Claro que devemos colher o fruto do nosso trabalho e esforço, claro que podemos e devemos viver com tudo o que desejamos, apenas não devemos permitir que aquilo que é supérfluo se sobreponha ao essencial.

Para encontrar a plenitude, há que rever as nossas prioridades, e tendo essas prioridades definidas todo o resto se encaixa. E, realmente colocar em primeiro lugar aquilo que acrescenta algo à nossa vida, aquilo que nos deixa felizes.

Para uma vida com sentido e significado é necessário plantar e cultivar a nossa PAZ INTERIOR, os bons sentimentos e pensamentos, e os bons relacionamentos.

A nossa vida deve ser um exemplo daquilo que desejamos atrair. Se queremos viver em PAZ, devemos cultivar a PAZ.

Ter PAZ na vida é uma das melhores coisas que podemos fazer por nós.

TENHA UM DIA EM PAZ!

SENTE FALTA DE AMOR OU DE AMAR?

SENTE FALTA DE AMOR OU DE AMAR?

Por todo o lado somos cada vez mais bombardeados diariamente, nas redes sociais, nos media, com vidas perfeitas, felicidade perfeita, famílias perfeitas, férias paradisíacas e uma sensação de felicidade e harmonia como há muito não tínhamos visto. A questão que coloco agora é: Será verdadeiro tudo isto?

Pense um pouco…a resposta é…NÃO!

Tudo está a bater num extremo onde se está disposto a tudo para mostrar algo que não se é, MOSTRAR NÃO SIGNIFICA SER!

E que depois nos leva a um extremo na busca desse Amor que não temos, que não é de forma alguma igual ao do Facebook dos outros ou do seu Instagram…E chega-se mesmo a colocar essa procura na mão de outros, como no programa da Sic, “ Casados à primeira vista” onde confiamos na escolha de outros, completamente às escuras, para nos trazerem essa mesma felicidade.

Todos sabemos que o Amor é uma necessidade básica do Ser Humano mas que estaremos a fazer a esta necessidade? O que estaremos a esconder quando maquiamos esta realidade? Não estaremos a deixar de nos ouvir realmente? Não estaremos a buscar nos outros algo que é e deve ser nosso?

Então porque se foge desta realidade? Porque não ouvimos a nossa mente e o nosso coração? De que temos medo? O que negamos? Porque razão inventamos mentiras do tipo “Eu estou bem sózinha!”…Eu sei do que falo, porque essa era uma das mentiras que mais repetia, não só para os outros mas também para mim própria. No entanto, irá chegar o dia, e ele chegará, garanto, em que teremos que olhar para nós próprios se quisermos ser felizes, temos que nos assumir e cuidar de nós.

Estou errada??!! Então conte-me a verdade, seja sincera comigo! Estou aqui para a ouvir e ajudar mas isso só se decidir dar o primeiro passo, seja sincera: O QUE FAZ QUANDO SENTE FALTA DE AMOR?

Pense…reflita…verbalize

Mas sem ter vergonha…Todas nós já passamos por isso, por sentimos vergonha de falar que não estamos bem sozinhas, que sentimos falta de sentir amor por nós próprias, que sentimos falta de Amar, que sentimos falta de ser amadas. E de onde vêm esta vergonha?

Se o Amor é uma necessidade básica porque sentimos vergonha, culpa, receio, de falar sobre isso? Porque razão sentimos que falhamos quando falamos sobre isso? Porque não publicamos então isso num Facebook ou uma qualquer rede social? Qual a razão dessa sensação de termos falado se há tantas pessoas como nós? A resposta é simples…porque compactuamos com esta situação e ela irá sempre levar a melhor!

Porque olhar para dentro dói, dói muito mas esquecemo-nos que só assim crescemos, só assim poderemos realizar efectivamente um processo de transformação, de mudança, de crescimento. E por isso calamo-nos, abafamos o nosso ser, e vamos esmorecendo a cada dia.

Porque admitir que sentimos pouco amor por nós próprios é duro, porque admitir que sentimos pouco amor pelos outros que não nos fazem sentir amadas é duro. E sentimos medo, receio e esse sentimento cresce, e começa a rodear-nos e a cercar-nos.

Mas já pensou que se não contar, se não falar, se não deitar cá para fora o que sente, o que REALMENTE SENTE, a ansiedade aumenta, o sentimento de não pertença aumenta, a depressão aumenta…a tristeza interior aumenta.

E tudo isto por…falta de…AMOR.

Não!!! Não é normal a falta de amor, não é normal aceitar ser pouco amada, não é normal ser mal amada, não é normal sentir que não é suficiente, não é normal ter receio de perder algo que só existe na sua cabeça!

E se não é normal porque razão mantêm essa falta de Amor??? Porque ela está lá…em silêncio, à espera, a moer, a destruir lentamente.

O que também não é normal, e ouço muito destas afirmações e crenças nas sessões é que quem se ama a si próprio é vaidoso! ERRADO!!! COMPLETAMENTE ERRADO! E esta afirmação é muitas vezes ouvida desde a infância.

Outra afirmação que já ouviu muitas vezes, tal como eu, é que toda a história de Amor verdadeira envolve sofrimento! ERRADO! COMPLETAMENTE ERRADO!!! Ou outra famosa também “Só acontece no cinema!”…Já parou para pensar sobre quem diz isso? Questione-se se já amou verdadeiramente…Como foi no inicio? O que sentiu? Que sensação produz em si pensar naquele seu primeiro amor, inocente e ingénuo?

O que faria para sentir isso de novo?

Se já sentiu isso e foi maravilhoso o que está a fazer de errado?

Para onde tem que olhar para recuperar o seu verdadeiro EU?

Para recuperar o AMOR EM SI?

Quem sou eu?

A estranheza desta pergunta, à qual deveríamos conseguir responder sem rodeios e demoras, faz-me questionar o facto de estar aqui a escrever sobre mim. Saberemos nós quem somos? A resposta a esta questão, quando feita, é regra geral dada sobre a forma de como chegamos até aqui. Vamos desfiando um novelo de acontecimentos que nos aconteceram ao longo da vida, falamos do sofrimento e da alegria construída até ao momento mas…será isso apenas que somos? Uma sucessão de acontecimentos e experiências? A estranheza desta pergunta, à qual deveríamos conseguir responder sem rodeios e demoras, faz-me questionar o facto de estar aqui a escrever sobre mim. Saberemos nós quem somos? A resposta a esta questão, quando feita, é regra geral dada sobre a forma de como chegamos até aqui. Vamos desfiando um novelo de acontecimentos que nos aconteceram ao longo da vida, falamos do sofrimento e da alegria construída até ao momento mas…será isso apenas que somos? Uma sucessão de acontecimentos e experiências?

Numa situação caricaturada de “Ted Talk” no final do meu curso de certificação internacional em PNL-Programação NeuroLinguistica a questão foi abordada e a resposta dada baseou-se num resumo onde cada um dos participantes partilhou, de uma forma extremamente intima algo muito seu. Mas mesmo assim, Quem sou eu? Sou apenas a partilha de algo muito intimo de mim?

Enfim…Eu sou alguém que está em paz consigo mesma. Estar em paz e em equilíbrio foi algo que me foi retirado durante uma grande parte da minha vida. É algo que busquei e consegui. Foi algo que ambicionei e corri atrás. Como? Através de uma busca constante de conhecimento e crescimento de mim mesma e do outro. Foi compreender e entender, e posteriormente interiorizar que a mudança está sempre em mim e nunca no outro.

Hoje entendo a vida como algo que deve ser realmente ser vivido com paixão e intensidade.

Durante a maior parte da minha vida acreditei, sendo um tipo 3 do ENEAGRAMA, o Motivador/o Realizador/ o Bem Sucedido que

” A maioria das pessoas bem sucedidas deixa para divertir-se depois que construir o seu património-só que então fica tarde demais para desfrutá-lo”

Samuel Pepys

Agora já não! A vida ensinou-me com inúmeras lições e demonstrações, algumas de aprendizagem duríssima, que não pode ser assim. Que não deve ser assim! Que não é assim! Que devo aproveitar cada pedacinho de felicidade pois só assim desfruto em plenitude a vida e o que ela tem para me oferecer. Só abrindo as portas do coração abriremos as portas da felicidade.

Já comecei do zero pelo menos duas vezes, passei por tudo isto calada, como se a voz fosse algo que não me assistia. Mas cheguei finalmente a uma altura da minha vida que decidi BASTA! O momento é AGORA!

Decidi viver a vida em pleno e fazer algo que é a minha missão no mundo, ajudar os outros a serem pessoas melhores e melhores pessoas. Sei que não é tarefa fácil, mas como alguém diz, se o fosse não era para ti.

Estou numa fase de reconexão com o meu próprio coração, com a minha essência, com a minha Autenticidade, a mostrar-me fiel ao que realmente sou, a permitir-me revelar o meu verdadeiro Eu com simplicidade, humildade e sinceridade.

Mas podem questionar-se agora: Quem é ela?Apenas fala do presente… E eu respondo simplesmente, sou quem quero ser! Venham conhecer-me!

Anabela Murta_Coach Transformacional

Autora do Programa RECONEXAO

Autora do Programa AMAR HOJE

Depois dos 40 anos e agora? O agora é já!

Os 40 anos são um período de transformação na vida de qualquer pessoa, em especial na vida de uma mulher. Tudo se renova e transforma. Já não temos aquela energia e o acreditar que podemos deixar tudo para amanhã. Pelo contrário, acreditamos que não podemos nem devemos deixar algo para depois, o que interessa é o agora, e o  Agora tem que ser vivido. Acreditamos sim que estamos a viver a melhor fase das nossas vidas, e temos tudo para isso, experiência, maturidade, consciência, e um desejo em crescendo de necessidade de renovação, de fazer algo diferente, de inovar, de necessidade de um crescimento construído e pleno.

Para nós, mulheres, esta nova fase pode ser ainda mais intensa, porque estamos mais seguras de nós mesmas e do que queremos para as nossas vidas, tanto nos relacionamentos românticos, como nas amizades, como na nossa vida profissional…E o que não estiver bem, há um sentimento crescente de necessidade de mudança.

Começamos a colocar agora, aos 40, a nossa melhoria enquanto pessoa, enquanto mulher, como uma prioridade, pois já não precisamos de provar nada a ninguém, nem necessitamos a aceitação de alguém. A nossa felicidade depende apenas de nós próprias.